Bomba: Contrato aponta que Eduardo Bolsonaro tinha poder sobre a grana de filme!

Nova reportagem do Intercept Brasil complica versão de Eduardo Bolsonaro. Documentos revelam que ele atuou como produtor-executivo com controle financeiro no filme “Dark Horse”. Veja os detalhes!

Eita que o clima esquentou de vez na família Bolsonaro! Sabe aquela história de que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro só tinha cedido os direitos de imagem para o filme “Dark Horse” (antigo “O Capitão do Povo”)? Pois é, parece que o buraco é bem mais embaixo.

Uma reportagem bombástica publicada pelo Intercept Brasil trouxe à tona um contrato assinado digitalmente por Eduardo que mostra que ele não era só um rostinho bonito na biografia do pai. O documento joga por terra a versão que ele mesmo postou nas redes sociais e o coloca direto na cabine de comando do dinheiro do projeto.

Eduardo Bolsonaro e O contrato que mudou o rumo da prosa

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A apuração do Intercept, que ecoou forte em portais como G1, Terra e Folha de S.Paulo, joga luz sobre um contrato de produção datado de novembro de 2023, mas assinado por Eduardo em janeiro de 2024. No papel, o filho do ex-presidente aparece, junto com o deputado federal Mario Frias (PL-SP), como produtor-executivo do longa-metragem.

Contrato aponta que Eduardo Bolsonaro tinha poder sobre a grana
Bomba: Contrato aponta que Eduardo Bolsonaro tinha poder sobre a grana de filme!

E no mundo do cinema, meu amigo, produtor-executivo não é figurante. Essa função dá superpoderes para:

  • Mexer diretamente com o controle do orçamento.

  • Cuidar da gestão financeira do projeto audiovisual.

  • Traçar estratégias para captar recursos e conversar com investidores.

Ou seja, aquela história contada no Instagram de que ele “não exerceu qualquer cargo de gestão” ficou feia na foto.

Conexão americana e o rolo com o Banco Master

A coisa fica ainda mais intrigante quando cruzamos os dados com as investigações da Polícia Federal (PF). Nos bastidores, a PF está de olho para saber se a grana pedida pelo senador Flávio Bolsonaro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro (aquele mesmo do escândalo do Banco Master, preso pela PF) foi usada para bancar a vida de Eduardo nos Estados Unidos.

Em mensagens trocadas, Eduardo orientava que o ideal era que os recursos já nascessem nos EUA: “Que dos EUA para o EUA é tranquilo”, dizia um dos trechos. O dinheiro de Vorcaro teria passado por empresas parceiras até chegar a um fundo no Texas controlado por aliados e por um advogado de total confiança de Eduardo.

O outro lado da moeda

Como era de se esperar, a defesa e os envolvidos correram para apagar o incêndio. Eduardo Bolsonaro foi para as redes sociais dizer que a acusação é “tosca” e que seu status migratório nos EUA jamais permitiria que ele recebesse esse dinheiro de forma ilegal.

Flávio Bolsonaro também saiu em defesa do irmão, jurando de pé junto que confia 100% nele e em Mario Frias. Segundo o senador, o contrato revelado pelo Intercept é antigo e “deixou de existir” assim que a estrutura oficial foi montada nos Estados Unidos. Flávio insiste que Eduardo não geriu um centavo e que, na verdade, chegou a tirar dinheiro do próprio bolso para ajudar a produção.

A queda de braço entre as revelações dos documentos e as justificativas da família Bolsonaro promete novos capítulos, enquanto a PF segue mapeando o caminho dessa dinheirama toda.

Perguntas Frequentes (FAQs)

1. Qual é o papel de Eduardo Bolsonaro no filme “Dark Horse”?

De acordo com o contrato revelado pelo Intercept Brasil, Eduardo Bolsonaro atuou como produtor-executivo do filme. Essa função envolve responsabilidades diretas sobre a gestão financeira, controle de orçamento e busca por investidores estratégicos. Publicamente, Eduardo nega e diz que apenas cedeu seus direitos de imagem.

2. O que é o filme “Dark Horse” e quando estreia?

O filme é uma obra biográfica inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, focando especialmente no período após a facada em Juiz de Fora (MG), em 2018. O roteiro original é baseado em uma história de Mario Frias e traz o ator americano Jim Caviezel no papel principal. A previsão inicial de estreia cogitada era setembro, mas ainda sem confirmação oficial no Brasil.

3. De onde veio o dinheiro investigado pela Polícia Federal?

As investigações apontam que o senador Flávio Bolsonaro negociou cerca de R$ 134 milhões com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do Banco Master. Desse total, cerca de R$ 61 milhões teriam sido repassados por meio de parcerias financeiras e enviados para um fundo de investimentos sediado no Texas, nos Estados Unidos.

4. Por que a Polícia Federal está investigando Eduardo Bolsonaro nesse caso?

A PF apura se parte dos R$ 61 milhões repassados por Daniel Vorcaro para o fundo americano ligado ao filme foi utilizada, na verdade, para custear as despesas pessoais e a permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos durante o período em que ele se licenciou do mandato no Brasil.

5. O que diz a defesa da família Bolsonaro sobre as acusações?

Eduardo afirma que a denúncia é mentirosa e que o governo dos EUA o puniria se tivesse recebido recursos de forma irregular. Flávio Bolsonaro confirma que buscou investimentos privados para o filme do pai, mas nega qualquer ilegalidade, afirmando que o contrato divulgado é antigo, já perdeu a validade e que Eduardo nunca mexeu no dinheiro da produção.

Analice Gomes é Jornalista e redatora, sendo presente na área ha anos atuando em variso sites na Internet. Aqui ela é responsavel por varias seções de noticias sempre com seu toque especial.

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